jump to navigation

Ciclo de debates sobre política 2.0 na Ufes 8 fevereiro, 2010

Posted by Fabio Malini in Blogs, eventos, midialivre, midias sociais, Pensamento Negri, política, Ufes, web 2.0.
Tags: ,
8 comments

Laboratório de Estudos em Internet e Cultura / UFES +  @ColetivoMulti

Ciclo de Debates
{ Poder e Internet: política e cultura nas mídias sociais }
Quinta, 04 de março, 19h30, Auditório do Centro de Artes

com @fabiomalini, @muriloejunior e @gabrielherkenhoff

Tema do dia:
“Sobre a inteligência de enxame”.
Debate a partir do trecho “Inteligência de Enxame”, do livro Multidão, de Toni Negri e Michael Hardt  e de “La aparición de la guerra en red”, do livro, Redes e Guerra em Rede, e John Arquilla e David Ronfeldt {inédito no Brasil}

Próximo Tema [ 04 de março de 2010 ] [18 de março]
Yes, We Can – a campanha de Obama nas presidenciais de 2008
a partir do livro “Communication Power “, de Manuel Castells {ainda inédito no Brasil}

Sobre
O Seminário aberto Poder e Internet: política e cultura nas mídias sociais busca socializar e compartilhar os debates teóricos contemporâneos sobre os usos da internet no campo da cultura e da política, sobretudo, aqueles que refletem sobre o campo das chamadas mídias sociais na web. O seminário ocorre durante as quintas feiras, no Centro de Arte, quinzenalmente. A entrada é gratuita.É uma organização do @coletivomulti e do @labic .

Onde conseguir os textos
Os textos, de caráter curto, estão disponibilizados no Centro de Cópias do Centro de Vivência, na UFES, na pasta Política 2.0.

Coordenação Geral: Fábio Malini (UFES)

Transmissão ao vivo pela Internet!

Sobre massa, disciplina e mídia 13 abril, 2009

Posted by Fabio Malini in aula, cultura, internet, jornalismo, massa, política, Ufes.
add a comment

Na última aula eu explorei muito o debate em torno de dois campos teóricos da comunicação, a saber:

1. a emergência e o desenvolvimento da subjetivação-massa, entre o final do século XIX e seus desdobramentos até a década de 60 do século XX.

2. os processos de pós-modernização ou informatização da produção, que se instaura a partir da década de 60.

I. Resenha da aula

O objetivo da aula foi demonstrar os conflitos, que vão lentamente se instalando na sociedade ocidental, derivados de mutações que tem haver com a crítica das vanguardas à sociedade de massa e, ao mesmo tempo, com a invenção de novas formas de vida abertas pelos movimentos sociais pós-68, que abrem uma nova mentalidade, agora calcada na rede como nova forma de organização social, para além da lógica da representação inscrita em toda mentalidade de massa. Portanto, conflitos tendem, a partir desse momento, a se localizar nas inúmeras formas de demonstração das resistências culturais das audiências de massa e nas diferentes criações de dispositivos comunicacionais desprovidos de centros de controle.

A aula foi animada pelo texto informatização ou pós-modernização da produção, publicado em Império, de Antonio Negri e Michael Hardt.

II. Sobre a subjetividade-massa

O tema é bem amplo, visto repetidamente na disciplina de teoria da comunicação. Fiz questão de retomá-lo, mas a partir da acepção de Walter Benjamin. Ao analisar o fenômeno das massas, lia-o como uma evidência de “perda da experiência”. Em sua elaboração, a subjetividade massiva significa uma perda de viver diretamente uma dada experiência, transferindo-a para dispositivos de reprodução técnica (nesse sentido, Benjamin adianta-se em relação ao conceito de indústria cultural). Para ele, a massa é um estado em que as coisas que são dadas distantes, são vivenciado proximamente, portanto, o testemunho histórico e a autenticidade são ocultados em qualquer bem reproduzidos pelos dispositivos de massa. Os meios de comunicação de massa são, assim, esses dispositivos que fazem esse elã entre o longínquo e o distante, tornam presente, no aqui e agora, aquilo que só poderia ser alcançado mediante ao testemunho ou  a tradição.

Eu gosto muito de uma passagem do A obra de arte na era..., em que Benjamin afirma: “a reprodução em massa corresponde de perto à reprodução das massas”. Os meios de comunicação de massa, bem como os grandes eventos de massa, seriam a projeção, o espelho das massas. As massas se vêem e se afirmam nesses dispositivos. É na busca incessantemente de mínimos comuns que as massas se constituem como um agrupamento. Nesse sentido, as massas precisam dos clássicos (não como cânones, mas como referência básica). As massas negam qualquer valorização ao culto, à contemplação, algo típico de sociedades em castas. Exige que tudo se torne próximo a ela. Eis a sua potência.

Contudo, torna também o mundo e as coisas  “transitórias e repetitivas”, como forma de romper com a unidade e a duração dessas mesmas coisas.

Ser massa significa a prática de uma subjetivação que valoriza a repetição e a transitoriedade como maneira de ruptura com a unidade (as coisas devem ser experimentadas uma só vez) e com a duração (as coisas devem durar para sempre).

Nesse mundo novo, a lógica de massa passa, de forma inevitável, pelo esquema emissor-receptor. O emissor é o pólo da representação, que é uma função imutável nessa sociedade.

Do ponto de vista político, as primeiras seis décadas do século XX vêem a concretização dessa figura das massas encarnadas em determinados tipos sociais, sendo o mais dramático o operário fordista, que Chaplin imortalizou em seus tempo modernos. A era da “execução perfeita dos movimentos”, o legado da técnica, marcou a dramática história social contemporânea: repetição, trabalho autômato, burro, cuja principal produtividade residia na capacidade de adestramento do corpo, agora extensão corpórea do maquinário mecânico. Foi Michel Foucault que melhor desvendou as relações de poder entranhado na sociedade das massas industrial. Para ele, somente técnicas disciplinares conseguiam gerir as massas: controle da população, medicina social, higienização urbana, hierarquização dos corpos na cidade (o lugar da produção, o lugar da reprodução), enfim, toda uma gama de dispositivos que funcionavam para docilizar os corpos, agora tornados produtivos. Mas um certo tipo de corpo produtivo. Um corpo que tinha a consciência de sua força de trabalho, que tinha “consciência de seus objetivos”, a vida regrada por aquilo que está fora de si. A vida só existe se o objetivo for alcançado.

Esse homem-massa possui a qualidade de poder deslizar sobre diferentes trabalhos, pois depende apenas da energia e do corpo adestrado para ser produtivo.  É o que alimenta a produção, mas, sobretudo, o consumo de massa. O acesso aos bens de massa – duráveis ou não -, mediante ao salário valorizado, gera um ciclo virtuoso de conquista do mercado consumidor. Não é só consumo e produção que são massificados. As próprias lutas sociais são de massa, embora restritas e quase sinônimas de lutas operárias.

A vida é então profundamente atravessada pelo tempo da produção fordista. Casa, fábrica, casa. Os tempos bem determinados. Tempo do trabalho (que se realiza na fábrica) e o Tempo da reprodução (o espaço do lazer, da educação, saúde, cultura etc).  Essa homogeneização da vida marca bem esse momento histórico, sendo a televisão o seu meio mais representativo.

Como afirma Lazzarato (1998, p.67):

Na fábrica, o taylorismo radicaliza cientificamente a redução do corpo a organismo. O Welfare articula e dispersa a população em processos de reprodução, multiplicando as figuras de sujeição (controle e instituição da família, das mulheres e das crianças, da saúde, da informação, da velhice etc). O espetáculo articula e multiplica o público em uma relação cada vez mais estreita entre comunicação e consumo, requalificando também o político.

Nesse sentido, massa se constitui como um elemento de cálculo. Como gostava de afirmar Adorno, o indivíduo se torna objeto da indústria, e não o seu sujeito. A televisão, veículo eletrônico que faz fundar o “acontecimento” (a forte aderência do espectador ao presente), carrega a compreensão de que o mundo está em ordem. Ocupa, nessa época,  a centralidade entre os aparelhos de percepção. Isso acontece em sentido geral, independente da ideologia que se carregava na época, pois que o socialismo real usava a mesma estratégia de produção taylorista, a mesma dinâmica disciplina do trabalho. O fascismo também já utiliza o taylorismo como dinâmica dos próprios campos de concentração. É curioso saber que o taylorismo é uma tecnologia de campo de concentração, de altíssima disciplina, de degradação do corpo.

Esses dois filmes demarcam muito bem o nível de histeria que constitui essa fase, considerada “a era de ouro” do capitalismo, inscrita por um pacto entre capitalista industrial fordista, welfare e espetáculo de massa. Há várias razões que explicam a fratura desse sistema, sendo a crise salarial a mais forte delas, provocado pelos movimentos de recusa fabril que se espalha pelo mundo inteiro (no Brasil, sobretudo, a partir do final da década de 70). Mas a negação da disciplina não se limitou à fábrica. Ao contrário, surgiu de um forte movimento no campo da cultura. Um curto-circuito que explode em 1968. Uma reação em cadeia contra o autoritarismo disciplinar em suas diferentes instituições (escola, família, hospital, arte, fábrica, etc). Os movimentos culturais e sociais abrem a possibilidade de construção de novas mentalidades sobre o mundo, a partir da construção de novos (ou a renovação dos) valores sociais, em que no centro está a defesa de novos agenciamentos baseados na expressão e na invenção como condições de produtividade social, em contraponto à disciplina burra e autômata. Trata-se de ações confusas, fragmentadas em diferentes sujeitos sociais, descentradas em distintas causas, em que a emancipação não significa revolução comunista, mas a revolução na mentalidade. Não é à toa que um dos lemas da época era: “Quando penso em revolução, penso em fazer amor”. E não é à toa que, mesmo podendo tomar o poder, os manifestantes de 68 hesitam, porque não havia ali um princípio de ordem. Interessante lembrar que o método da assembléia, dos porta-vozes e dos delegados brotaram como formas de organização daquele movimento de 68. A ação direta – sem Estado, sem Partido – é experimentada dentro desses movimentos (e vai se tornar, depois, a própria filosofia da internet). Reunião de grupos, sob decisão assembleística, constituem a liberação dos movimentos também dos processos disciplinares dos movimentos sociais. A ação direta nasce como um ato desses coletivos e faz incentivar o surgimento de outros pequenos grupos com suas causas a defender, também sem intermediação de qualquer instituição. O que para alguns é a gênese da revolução molecular, para outros, a crise do comando disciplinar como capaz de mobilizar e convencer toda a sociedade a produzir de forma hierarquizada e autômata. É paradoxal que tudo issoo ocorra num período de ouro, de forte crescimento econômico mundial, sem contar os avanços associados a isso, como alto consumo de bens duráveis, ampliação do acesso aos serviços coletivos, novos métodos contraceptivos (sobretudo, a pílula anticoncepcional), enfim, toda uma gama de conquistas que acabaram servindo como fermento para uma turbulência cultural.

III. a subjetividade-rede [próxima aula]

Le desordre c’est moi.
(um dos muitos lemas de maio de 68)

Maio de 68 inaugura a fase da afirmação dos direitos. “Ter direito aos direitos”, como se diz na época e é repetido até hoje. Esse estopim de movimentos identitários (negro, gay, feminista etc) e dos ligados a determinadas causas (ambiental, contra a fome, saúde, transporte público, comunicação, movimentos comunitários etc) fazem modificar o estatuto teórico da resistência, alargando a definição para além dos muros fabris. E, sem sombra de dúvida, essa mentalidade molecular se torna o plano subjetivo para a origem, por exemplo, das organizações não-governamentais.

A lógica da classe é metamorfoseada em novas concepções (a que eu gosto mais é a de multidão). POis bem, é essa atmosfera de pensar o impossível que se tornou o terreno para a constituição de um outro movimento também : a contracultura. Esse movimento é uma das chaves de compreensão da gênese da internet, junto com esse caldeirão de mutação no conceito de classe, movimento e poder, que é inaugurado no 68 francês.

De qualquer forma, é esse contexto de diluição da classe em uma multidão de singularidades que faz emergir o que chamo de subjetividade-rede. Tema da próxima aula junto com o debate sobre a contracultura.

A cultura da imprensa, por Mcluhan 23 agosto, 2007

Posted by Fabio Malini in imprensa, jornalismo cidadão, macluhan, optativa, Ufes.
4 comments

 

Quem acompanha o blogue sabe que estou a começar um estudo sobre a blogosfera brasileira e as relações com o jornalismo tradicional … e que, do ponto de vista do ensino, ofereço um curso sobre jornalismo-cidadão na Ufes. O intuito? Fazer a aproximação entre o ethos jornalístico com o mundo da publicação amadora para testar os limites dessa nomenclatura “jornalismo” cunhada pelos gurus da internet para dar vida àquilo que publicamos nos youtubes, blogues e wikis da vida.

O curso começou com um debate sobre os sentidos da imprensa para Macluhan (na foto acima). O texto que serve de anteparo para as discussões é o capítulo dedicado à imprensa, do livro Os meios de comunicação como extensões do homem.

Algumas idéias que mostram bem uma démarche macluhaniana sobre a imprensa:

o jornal é uma forma confessional de grupo que induz à participação comunitária.

É a idéia que o canadense possui de que, como dispositivo impresso, o jornal trata de seruma confissão pública dos acontecimento da pólis. Se o livro imprime a confissão de um mundo interior, de um autor, o jornal revela o exterior, e os autores são os jornalistas em interação com a sociedade. Por isso Macluhan vai chamar o jornal de o “livro diário popular”. É por isso também que Mcluhan constata que “boa notícia jornalística é sempre má notícia”, por esta se tratar do mais alto teor de confissão pública (geralmente “de alguém ou sobre alguém”).

Num certo sentido, o jornal então aparece como aquele que organiza coletivamente a estória comunitária. Quando a confissão é positiva não é notícia, é anúncio (é publicidade). Gosto dessa provocação do Mcluhan. Por quê? Porque as técnicas jornalísticas – a principal delas, a entrevista – se caracterizam como um poder confessional. “É preciso arrancar a informação da fonte”, dizem alguns colegas. O ato falho e a frase solta de forma confessa sempre tiveram um alto valor nos círculos jornalísticos. Em alguns casos, é uso maldoso, mas, em outros, pode marcar um momento histórico importante. Como aquela frase do Ricupero dita no impulso, durante uma entrevista jornalística, “o que é bom a gente mostra, o que não é a gente esconde”, ele teria dito. Algo típico da corrida eleitoral de 1994. Mas essa história de poder confessional é tão fácil de constatar. As assessorias de imprensa hoje vivem de levantar as notícias negativas e positivas que saem de seus clientes. Quanto maior é a positividade delas, maior é a publicidade para o cliente, e maior também é a redução de custos com propaganda. É a busca pela mídia espontânea ou pela impressão da notícia boa nos jornais.

A imprensa repete o prazer que temos pelo playback.

Essa frase é sensacional. A imprensa é repetição, porque é cotidiana, é ordinária. Então ela nutre desse estado “de fazer tudo sempre igual”, algo que demarca o cotidiano. É por isso que ninguém se cansa de ler sobre o próximo Fla-Flu, mesmo que o resultado seja previsível: derrota, vitória ou empate.

Tem uma outra coisa de Mcluhan que ajuda explicar o lugar do jornal hoje, principalmente, quando nos debatemos com o furos da internet e seus impactos no mundo de gutemberg. Dizia-nos que o problema do jornal diário é que ele é profundamente determinado pelas fronteiras, daí sua veia a intensificar nacionalismos e regionalismos. O problema é que a internet é o avesso das fronteiras. É global. E o jornal tem um cultura material que é tensionada por essa territorializaçao. Daí que, quando ele migra para o universo eletrônico (online ou radiodifusão), se trasmuta por completo, sofrendo influência do entretenimento, do envolvimento participativo e dos fluxos globais noticiosos.

Meus cursos em 2007/2 16 agosto, 2007

Posted by Fabio Malini in cursos, documentos, jornalismo, jornalismo cidadão, Ufes.
add a comment

Este semestre estou a oferecer dois cursos:

1. a disciplina “jornalismo online” [programa] .

2. e a disciplina optativa “Imprensa e Jornalismo Cidadão” [programa].

Como vêem estou um tanto quanto jornalístico neste segundo semestre.

PS: tenho a responsabilidade pelo laboratório de novas mídias, mas dessa disciplina escrevo depois, já que, acho, que terá uma quantidade boas de surpresa.

O próximo semestre – 2007/2 31 julho, 2007

Posted by Fabio Malini in catarse, Ufes.
1 comment so far

Sabem como são os professores: eles só pensam por semestre. Pois bem, nos próximos seis meses, as coisas estarão um pouco mais calmas. Já não tenho o peso de uma tese e um seminário internacional a relizar, uma pós-graduação para lançar e vários editais de pesquisa para participar.

O que planejo é: trabalhar na pós-graduação, tocar pra frente minhas três pesquisas aprovadas pela Ufes, coordenar a realização do Foco, implantar o Primeira Mão Online, me dedicar bastante às minhas disciplinas (o semestre passado foi difícil!) e trabalhar no projeto de extensão sobre inclusão digital e inclusão social.

E, acima de tudo, manter este blogue atualizado.

Seminário Internacional A Constituição do Comum 15 maio, 2007

Posted by Fabio Malini in eventos, Ufes.
5 comments

Na próxima semana, dia 21 a 25 de maio, ocorre o seminário internacional A Constituição do Comum: comunicação e cultura na cidade, em Vitória. Segue a programação do evento. É uma realização do Departamento de Comunicação da Ufes e da prefeitura de Vitória, com apoio do Ministério da Cultura (a seguir tem o cartaz do evento, ao clicar ele fica grandão). As inscrições devem ser feitas no site do evento: O Comum

outdoor


DIA 21 DE MAIO – ESTAÇÃO PORTO / ARMAZÉM 5

9h – ABERTURA

9h30 – O PAPEL DA CULTURA E DA COMUNICAÇÃO NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO
João Coser – Prefeito de Vitória
Representante do Ministério da Cultura
Giuseppe Cocco – UFRJ
Maurizzio Lazzaratto – Universidade de Paris 1 (França)

14h – ESTÉTICA DA MULTIDÃO E REDES DE PRODUÇÃO CULTURAL
Bárbara Szaniecki – Universidade Nômade e PUC-RJ
Ivana Bentes – ECO-UFRJ / Universidade Nômade
Luiz Paulo Correa e Castro – Nós do Morro (RJ)
Moderação: Maria Helena Signorelli – Secretária Municipal de Cultura de Vitória

19h – SHOW DE JAZZ NA CURVA DA JUREMA

DIA 22 DE MAIO – ESTAÇO PORTO / ARMAZÉM 5

9h – DEMOCRACIA, LIBERDADE E RENDA NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO
Andréa Fumagalli – Universidade de Pavia / Itália
Artur Henrique dos Santos – Presidente Nacional da CUT
Giuseppe Cocco – ESS/UFRJ
Moderação: Eliezer Tavares – Secretário Municipal de Geração e Trabalho e Renda de Vitória

14h – SUSTENTABILIDADE E GESTÃO DE PROJETOS CULTURAIS E DE COMUNICAÇÃO
Oona Castro – FGV
Paulo Lima – RITS
Júlia Zardo – Incubadora Cultural PUC/RJ
Dago Donato – Trama Virtual
Moderador: Tauro Lucilo Tessarolo (Companhia de Desenvolvimento de Vitória)

19h – COQUETEL DE LANÇAMENTO DA REVISTA GLOBAL N.9 E DOS LIVROS:
Estética da Multidão (Barbara Szanieck)
Glob(AL) (Giuseppe Cocco)
Revoluções do Capitalismo (Maurizio Lazzarato)

20h – Apresentação do Grupo Manguerê – Ponto de Cultura do Brasil/CECAES

DIA 23 DE MAIO – ESTAÇO PORTO / ARMAZÉM 5

9h – DESAFIOS PARA A DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA
Paulo Henrique Amorim – Conversa Fiada/IG e TV Record
Antonio Martins – Editor de Le Monde Diplomatique Brasil
Raul Sanchez – Universidad Nomada (Espanha)
Ruth Reis – Secretária Municipal de Comunicação de Vitória
Moderação: Alexandre Passos – Presidente da Câmara de Vereadores de Vitória

14h – INTERNET: NOVAS FORMAS DE OPINIÃO PÚBLICA E DE CONSUMO
Edney Souza – Blog Interney
Gustavo Fortes – Agência Espalhe
Henrique Antoun – ECO/UFRJ
Moderação: Fábio Malini – Departamento de Comunicação / UFES

20h – PROGRAMAÇÃO CULTURAL NA ESTAÇÃO PORTO – MOSTRA CURTA GRAV CINEMA/VÍDEO

DIA 24 DE MAIO – ESTAÇO PORTO / ARMAZÉM 5

9h – CRIAÇÃO DE ATIVOS IMATERIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS CIDADES
Yann Moulier Boutang – Universidade de Compiègne (França)
Paulo Henrique de Almeida – UFBA / Governo do Estado da Bahia
Antoine Rebiscoul – Publicis (França)
Moderação: Alexandre Curtiss – Departamento de Comunicação/UFES

14h – DINÂMICAS METROPOLITANAS E POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO
Celio Turino – Secretário Nacional de Projetos Culturais/ MinC
Michelle Collin – CNRS e Institut Français D´Urbanisme (França)
Clara Miranda – Departamento de Arquitetura / UFES
Thierry Baudouin – CNRS e Institut Français D´Urbanisme (França)
Moderação: Kleber Frizzera – Secretário Municipal de Desenvolvimento da Cidade de Vitória

19H – Lançamento do Documentário Anjo Preto, de Gui Castor, sobre o sambista Edson Papo Furado.

20H – Show em comemoração ao Samba Capixaba, com a participação do cantor Monarco da Velha Guarda da Portela e da banda Sandália de Pescador (com diversos sambistas capixaba).

DIA 25 DE MAIO – ESTAÇO PORTO / ARMAZÉM 5

9h – PROGRAMAS DE ACESSO A INTERNET PÚBLICA: ESTRATÉGIAS E PARCERIAS
Marcos Dantas – PUC-RJ
Sérgio Amadeu – Faculdade Casper Libero
Luiz Fernando Barbosa – SEDEC/Prefeitura de Vitória
Rodrigo Mesquita – Radium System
Moderação: José Antonio Martinuzzo (UFES)

14h – NÓS, A MÍDIA: JORNALISMO CIDADÃO E O FUTURO DO JORNALISMO PROFISSIONAL
Roberto Romano – Zero Blog NetworkJornalismo
Ana Maria Brambilla – Editora Abril
Orlando Lopes – Ponto de Cultura/Guarapari
Moderação: Cleber Carminatti – Departamento de Comunicação/UFES

19H – FESTA DE ENCERRAMENTO NA ESTAÇÃO PORTO ARMAZÉM 5:
TRIBUTO A CLARA NUNES. SHOW COM DENISE PONTES CANTANDO CLARA NUNES E SHOW COM GRUPO DE MINAS GERAIS “CONTOS DE AREIA – UM CANTO A CLARA NUNES”.

Pesquisa PIBIC e Facitec 13 maio, 2007

Posted by Fabio Malini in Ufes.
2 comments

Queridos alunos,

Este ano seleciono como integrantes do meu projetos de pesquisa, que estou a concorrer junto a Ufes e ao Facitec, os seguintes alunos:

Projeto PIBIC/UFES
Título: NÓS, A MÍDIA – conflitos e clivagens entre o universo dos blogs e o jornalismo profissional

Sub-projeto de Pesquisa I:
O blogue como um novo veículo de Produção de Agenda de Opinião:
A disputa de sentidos na construção da opinião entre blogues e imprensa durante as eleições brasileiras de 2006 e francesas de 2007
Bolsista PIBIC: Gabriel Herkenhoff Moura
Bolsista PIVIC: Juliana Tinoco

Sub-projeto de Pesquisa II:

O Jornalismo Cidadão dos Grandes Jornais:
um estudo comparativo entre os jornais online El país, News York Times e o Globo
Bolsista PIBIC: Flávia Frossard
Bolsista PIVIC: Thalles Waichert

Projeto FACITEC
Título: NÓS, A MÍDIA: Formação de Opinião na Internet, as linguagens do Jornalismo Cidadão e a emergência da Blogosfera Capixaba
Bolsista de Iniciação Científica: Sérgio Rodrigo
Como sabem, nada disso é sacramentado, pois que concorro com outros professores. E pode ser que tudo dê certo, mas pode ser que nada dê também.

Notas 30 novembro, 2006

Posted by Fabio Malini in Ufes.
22 comments

Vou deixar as notas e depois botar uma avaliação por menorizada da produção de cada blog. Dei nota 10 pelo blog do Foco. Então as notas são prova, seminário, blog foco, blog individual.

Segue a média fina:

Andréia 9,6

Ariani 10,0

Bruno 9,8

Cintia 7,0

Davi 8,2

Gabriel 9,6

Glacieri 9,0

Helen 9,6

João 9,6

Katilaine 9,0

LAra (ainda sem média final)

Livia 8,0

Luisa B  8,0

Luisa T 8,2

Lyvia 9,6

Mariana 8,6

Mykon 7,6

Natalia 8,6

Sérgio 10,0

Simone 8,0

Tamara 9,6

Thaissa 8,8

Thalles 9,2

Yara 9,2

IV FOCO Redes Virtuais e a Constituição Política do Presente 15 outubro, 2006

Posted by Fabio Malini in Ufes.
2 comments

O Departamento de Comunicação da Ufes realiza, entre os dias 23 a 27 de outubro, o IV Forum de Comunicação “Redes Virtuais e a Constituição Política do Presente”. O evento ocorre no auditório do CEG, no IC II, pela manhã e pela noite. Aberto e gratuito, o encontro busca debater os efeitos políticos, culturais e econômicos das tecnologias virtuais na produção da vida contemporânea.

A programação vai contar com a participação de pesquisadores de comunicação locais e nacionais. Confira: (mais…)

Professor ainda na era gutemberguiana 15 setembro, 2006

Posted by Fabio Malini in Sobre o virtual, Ufes.
2 comments

Via Jornalismo e Internet, descubro a publicação do estudo Comunicação Digital: profissionais e desafios acadêmicos. Trata-se de uma pesquisa aplicada pela Rede Ibero Americana de Comunicação Digital a um conjunto de profissionais de ensino .

Conclusão da obra: os professores ainda estão na era analógica, poucos possuem competências na utilização de recursos da era digital na organização das suas práticas pedagógicas.

O estudo está disponível em pdf.