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Casa nova 7 janeiro, 2011

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Amigos e amigas, estou de casa nova: http://www.fabiomalini.com

 

Pausa 18 maio, 2010

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Nos últimos meses, o blog ficou um pouco abandonado, tadinho. Mas escrevi. Agora, ele vai ficar pausado. Vou ficar alguns meses me reconstruindo, o que é sempre uma tarefa árdua, aguentar a gente mesmo. Mas é preciso viver uma fase de mergulho, sobretudo, o teórico.

Até.

O viral e o orkut nas eleições 2010 1 maio, 2010

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No Brasil, pelo o que estou pesquisando, as eleições serão marcadas pelo viral. Nada de Orkut, nada de Facebook, nada de Twitter. O que vai bombar e decidir o voto será, em primeiro lugar, o viral. Junto dele as estratégias de marketing de guerrilha. O viral trará toda a cultura do humor nacional, que é o que manda na internet no Brasil – só ver os milhares de virais já assistidos no país, do “funk de não sei quem” aos personagens bizarros que se tornam célebres no youtube.

O viral tem um componente complicado: o anonimato (como todo mundo sabe, o anonimato sacode a internet, mas é visto por muito como algo covarde). Mas faz parte de sua cultura. O anonimato pode gerar um duplo movimento, o de trolagens e boatarias; ou de adesão colorida, por outro. A trolagem (espalhamento de comportamentos fraticidas, facistas, de má educação) pode fazer forte o candidato que é detonado pelo boato, pois que o vitimiza, tornando-se, portanto, injustiçado e objeto de má fé. Mas o efeito pior é do candidato que o troll busca defender, que, rapidamente,  acusado de estimular a boataria, passa a impressão que é um cara sem ética. Candidato bom age rápido quando é trolado: cria um blog somente para responder a rumores. E leva a melhor.

Agora, se o viral, usando o bom humor, defende boas ideias, não ataca  ninguém, e se possível, é crítico à realidade política, aí ele bomba. Quanto melhor a ironia, mais ele se espalha. É batata, como se dizia nos 50. Cai nas graça alheia. E  o candidato beneficiado pelo “bom viral” passa a ter mais presença online. Dificuldade nisso tudo: humor não é para qualquer um. É preciso ter time para fazer uma ironia. Sentido eleitoral disso tudo: Os vídeos e fotos de humor inteligente vão em cima dos indecisos, como se tem demonstrado as últimas campanhas políticas em que a web se tornou estratégica. Na Inglaterra, tornou-se moda pegar a arte de um outdoor de determinado candidato e colocar uma redação nova e uma imagem nova, zombando da cara almofadinha das fotos do marketing político.

E os virais preferidos são os de vídeos e os de fotografia. Toda remixabilidade própria da internet se encontra neles. E eles vão deixar os marketeiros políticos de cabeça em pé, porque estes não têm mais nenhuma possibilidade de controlar toda a produção da fábrica social de comunicação na rede. Nenhuma. Por isso que as campanhas já começam a produzir seus próprios virais, tentando abastecer a massa de usuários ávidos por boas risadas.

O viral consegue descontruir inúmeras mensagens maquiadas dos candidatos, desmascarar possíveis estratégias políticas, zombar da contradição nos discursos e, é claro, propagandear com muito humor através das recombinações de áudio, imagem e vídeo, ideias que podem circular como praga pela rede.

Como os políticos no brasil  já contam, há algum tempo, com o total descrédito da população, o viral servirá ainda como uma espécie de vingança social (sobretudo aqueles feitos pelos eleitores que não vão votar em ninguém). Mas existirão aqueles virais ideológicos, que servirão para propagar ideias e propostas dos candidatos, advogar temas, denunciar posicionamentos conservadores ou esquerdistas.

O restante das mídias online, sobretudo as redes sociais, devem seguir a tendência da orkutização. Ou seja,  o simples depósito de fotos e de textos, envio de replyes e recadinhos do candidato ao usuário, e vice-versa. Será um “muito obrigado” pra lá, “adorei” pra cá, “estou em não sei onde para fazer isso” etc. Geralmente educadinhos, mas sem nenhum sentido prático. Por um motivo óbvio, a entourage partidária se morde de medo de expor o candidato a algo mais, leia isso como : o diálogo do político com os eleitores. Medo porque os eleitores fazem já perguntas pra lá de capiciosas para os políticos, que geralmente se calam e não respondem. Ou quando o contrário, respondem através daquele migué clássico: vamos melhorar, estamos pensando, por que não acatar sua ideia, etc.

O orkut servirá para fortalecer os apoiadores. Não muda voto, mas também não ganha. Quem apostar no Orkut vai nadar e morrer na praia. Orkut do candidato não consegue mobilizar ninguém por lá além daqueles que já são seus fãs. É isso, Orkut é coisa para fã. Orkut virou um grande mural exibicionista e local de pegação entre os jovens. E local para trocar recados e mensagens animadas entre os mais adultos. Há ainda ótimas comunidades virtuais por lá. Mas, como as campanhas não conseguem estar em comunidades virtuais estratégicas (porque são inúmeras) , o Orkut deve se encaminhar para ser um espaço em que as campanhas traçarão estratégias bem específicas, com nichos específicos, o de apoiadores-fãs, para fazer espalhar os conteúdos, e fazer dos apoiadores aqueles que vão ficar repetindo bordões, para além do bem e do mal. E ali o foco deve ser de acertar em cheio a população mais adulta, que está a colonizar o ambiente. São os pais e mães que agora descobriram a ferramenta, enquantos os filhotes fogem para outros lugares.

O Twitter nas eleições, cena dos próximos capítulos.

Trabalhos da Expocom Sudeste – Categoria Jornalismo 1 maio, 2010

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Os trabalhos da Categoria Jornalismo, da Expocom Sudeste, serão apresentados na sexta, 14, das 9h às 13h.

Clique aqui para ver a ordem e a sala onde os trabalhos serão apresentados.

Programação Intercom Junior e Divisões Temáticas – Intercom Sudeste 1 maio, 2010

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Atenção, saiu a programação (com horário e salas) das Divisões temáticas (DTs) e da Intercom Júnior, do Congresso da Intercom da Região Sudeste, que ocorre em Vitória.

PÓS-DIPLOMA! Ufes inova. Pós em Jornalis 6 abril, 2010

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PÓS-DIPLOMA! Ufes inova. Pós em Jornalismo. 2 anos. Foco: prática. Público: graduados em qq área. http://www.poscomufes.blogspot.com/

Bons slides sobre mídias sociais. http:/ 21 março, 2010

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Bons slides sobre mídias sociais. http://ow.ly/1p9D2

RT @saladeprensa: Manual para evitar la 15 março, 2010

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RT @saladeprensa: Manual para evitar la censura en #internet http://ow.ly/1l5xn (vía @libreros)

Howard Dean, o pioneiro da Política 2.0 3 março, 2010

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A política 2.0 não começou com a campanha de Obama. Quatro anos antes, em 2004, Howard Dean inovou com sua campanha política de nicho: forte uso do Meet Up, sinceridade ao extremo (mostrando suas convicções, como crítica a ocupação norte-americana do Iraque) e a estratégia de estímulo à doação de dinheiro pelos eleitores (através de pequenos valores).

Há três anos, no Laboratório de Estudos de Internet e Cultura, na Ufes, debatemos a introdução do livro A revolução não será televisionada, de Joe Trippi, que conduziu a campanha de Dean {mais tarde também a de John Edward, que abandonou as prévias democratas, vencidas por Obama).

Atrás da cortina dessa política negociada, as campanhas se tornaram mais venenosas, mais conscientes do poder da mídia, mais tecnologicamente avançadas, mais caras, intensas, longas, maiores e mais fortes em todos os aspectos, exceto um. Em algum lugar do caminho, eles perderam os eleitores.

Quer conhecer mais a experiência de Dean? leia a tradução livre da ótima introdução do livro de Trippi. {tradução de Maria Elisa}

Descarregue músicas latinas no blog “Si 27 fevereiro, 2010

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Descarregue músicas latinas no blog “Si se rompe se compone”, http://siserompesecompone.blogspot.com/

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